MASP ACONTECE
Edição 142 – 9.2017

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O MASP abrirá normalmente no dia da Independência do Brasil, 7.9.

 

EXPOSIÇÃO

GUERRILLA GIRLS: GRÁFICA, 1985-2017

29.9.2017 a 14.2.2018


A partir do dia 29.9, o MASP apresenta Guerrilla Girls: gráfica, 1985-2017, primeira individual do coletivo de artistas feministas Guerrila Girls no Brasil. O grupo exibe uma retrospectiva com mais de 100 de seus icônicos cartazes, produzidos em cerca de 30 anos de carreira, além de uma performance, que ocorrerá no mesmo dia, à noite. Além disso, um cartaz será recriado exclusivamente para a exposição, com dados que reflitam a quantidade de obras de artistas mulheres expostas em relação aos nus femininos em exibição no acervo permanente do Museu. Por meio de performances e cartazes bem-humorados, que congregam diferentes vertentes de feminismos, as Guerrilla Girls fazem críticas severas ao patriarcalismo, ao sexismo e à desigualdade de gênero e raça que historicamente permeiam o universo da arte, ressaltando não apenas como artistas mulheres e negras são excluídas do cânone da arte, mas também como o corpo feminino tem sido explorado ao longo da história da arte ocidental. Com curadoria de Adriano Pedrosa, diretor artístico, e Camila Bechelany, curadora-assistente do MASP, Guerrilla Girls: gráfica, 1985-2017 acontece no 1º subsolo e integra a temática de Histórias da sexualidade, proposta para o ano de 2017, no MASP.

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EXPOSIÇÃO

TOULOUSE LAUTREC EM VERMELHO

Até 1.10


O MASP exibe desde o dia 29.6 a maior exposição dedicada à obra do artista francês Henri de Toulouse-Lautrec (1864-1901) já realizada no Brasil. Em Toulouse-Lautrec em vermelho estão presentes 75 obras, entre pinturas e gravuras, das mais emblemáticas do artista. Toulouse-Lautrec foi um dos artistas centrais da Paris do final do século 19, ao capturar a efervescência noturna da capital que despertava para a modernidade, quando suas ruas foram iluminadas a gás e as mais diversas figuras passaram a se encontrar nos espaços públicos, entre burgueses, boêmios, prostitutas, dançarinos e artistas. A exposição traz também cenas interiores das maisons closes, como eram chamados os bordéis da época, com suas trabalhadoras em momentos de descanso e intimidade, em seus afazeres cotidianos. Além das nove obras que fazem parte do acervo do MASP, a mostra conta com empréstimos de importantes museus e coleções particulares internacionais, como o Musée d’Orsay, de Paris, e a Tate e o Victoria & Albert Museum, de Londres. Com curadoria de Adriano Pedrosa, diretor artístico, Luciano Migliaccio, curador-adjunto de arte europeia, e assistência de Mariana Leme, Toulouse-Lautrec em vermelho faz parte de um amplo programa do MASP, que dedica suas exposições e atividades de 2017 ao tema da sexualidade.

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EXPOSIÇÃO

PEDRO CORREIA DE ARAÚJO: ERÓTICA

Até 18.11


Ocupando o espaço do 2º subsolo do Museu, o MASP exibe Pedro Correia de Araújo: erótica, monográfica que reúne 66 obras do artista pernambucano Pedro Correia de Araújo (1881 – 1955). A exposição, que integra o eixo de mostras em torno da temática da sexualidade ao longo de 2017, no Museu, está dividida em quatro grandes núcleos representativos de sua produção: nus, danças, retratos e a chamada série Erótica. Radicado em Paris desde 1910, Correia de Araújo aplicou sua rigorosa técnica apreendida no ambiente acadêmico parisiense a uma temática de cunho nacional, composta de paisagens de Recife e do Rio de Janeiro. A exposição assume como mote a sensualidade que atravessa suas obras da fase brasileira (1929-1955), ressaltando a presença do erotismo não apenas nos nus ou na série de desenhos sexualmente mais explícitos, mas também nas representações de danças brasileiras, como o jongo e o samba, e retratos femininos de caboclas, índias, e negras. Pedro Correia de Araújo: erótica tem curadoria de Fernando Oliva, curador do MASP.

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EXPOSIÇÃO

MIGUEL RIO BRANCO: NADA LEVAREI QUNDO MORRER E TRACEY MOFFATT: MONTAGENS

Até 1.10


O MASP apresenta, pela primeira vez em São Paulo, um conjunto significativo de trabalhos da famosa série realizada por Miguel Rio Branco, no bairro do Maciel, em Salvador, região que o artista frequentou durante seis meses, em 1979. Quase 40 anos após sua primeira individual no Museu, a mostra exibe uma seleção de 61 fotografias e um filme que deixa evidente algumas das muitas expressões da sexualidade daquela comunidade. Miguel Rio Branco: nada levarei qundo morrer retrata o embaralhamento entre ambientes públicos e privados, como prostíbulos, bares, calçadas e quartos, de personagens que vivem em uma área estigmatizada e marginalizada pela prostituição, pobreza e criminalidade. A exposição tem curadoria de Adriano Pedrosa, diretor artístico, Rodrigo Moura, curador-adjunto de arte brasileira, e assistência de Tomás Toledo, curador. Já no 2º subsolo, o MASP apresenta três vídeos da série Montages, da australiana Tracey Moffatt. Produzidos entre 1999 e 2015, com a colaboração do editor Gary Hillberg, os vídeos criam novas narrativas a partir de cenas de filmes do cinema mundial: LOVE [Amor] (2003), OTHER [Outro] (2009) e LIP [Atrevimento] (1999). Na seleção exibida no MASP, Moffatt lida com estereótipos e personagens arquetípicos do inconsciente coletivo ocidental, tratando de questões de raça, gênero e alteridade. Tracey Moffatt: Montagens tem curadoria de Adriano Pedrosa, diretor artístico, e Isabella Rjeille, assistente-curatorial do MASP.

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OSESP MASP

QUARTETO OSESP TOCA VILLA-LOBOS E TCHAIKOVSKY

12.9. Terça-feira, 20h


A série de concertos OSESP MASP está de volta, pela terceira temporada consecutiva. Neste ano, serão cinco apresentações mensais, de 26.8 a 19.12, que vão unir obras de diferentes coleções do Museu com composições clássicas, contemporâneas e também brasileiras. No dia 12.7, as peças de Heitor Villa-Lobos e Piotr Ilitch Tchaikovsky estarão em diálogo com A estudante (1915-1916), de Anita Malfatti. O professor Paulo de Tarso Salles irá comentar o repertório, além de fazer a conexão entre a arte da coleção MASP e as composições interpretadas. O público poderá visitar o acervo do Museu no 2º andar após o espetáculo.

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MASP ESCOLA

ARTE EM FUGA: CORPO E CIDADE

21.9 a 19.10. Quinta-feira, 19h às 21h


O MASP apresenta Arte em fuga: corpo e cidade, curso que trata da relação entre corpo, arte, política e cidade na contemporaneidade. As aulas discutirão diferentes relações – identitária, econômica, histórica e disciplinar –, que têm se aprofundado nas três últimas décadas, a partir da ascensão de movimentos sociais, artísticos e contraculturais e que passaram a questionar a internalização das diversas construções de sujeição. Os quatro encontros semanais serão ministrados por Joana Zatz Mussi. Vagas limitadas, inscreva-se.

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MEDIAÇÃO E PROGRAMAS

VISITA PARA PROFESSORES E EDUCADORES

2.9 a 30.9, gratuito


No ano dedicado às Histórias da sexualidade, o MASP convida professores e educadores para visitas às suas exposições, a fim de oferecer subsídios para o planejamento pedagógico de suas aulas. Os encontros são gratuitos e acontecem nas mostras Toulouse-Lautrec em vermelho, Miguel Rio Branco: nada levarei qundo morrerPedro Correia de Araújo: erótica e Guerrilla Girls: gráfica, 1985-2017. Nos dias 2.9, 16.9 e 30.9, em dois horários, 10h30 e 15h. Para participar é preciso inscrever-se no site. Vagas limitadas.

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AV. PAULISTA, 1578
SÃO PAULO SP

TER – DOM 10H – 18H
QUI 10H – 20H


R$ 30 INTEIRA
R$ 15 PROFESSORES, ESTUDANTES
E MAIORES DE 60 ANOS
GRÁTIS TER 10H – 18H

55 11 3149.5959
MASP.ORG.BR
ATENDIMENTO@MASP.ORG.BR
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